IPAC/MG
O Inventário
de Proteção do Acervo Cultural de Minas Gerais - IPAC/MG
é um programa de pesquisa dinâmico e sistemático de
conhecimento das diversas manifestações culturais do Estado.
Busca identificar em cada um dos 853 municípios de Minas Gerais
os bens culturais de natureza material e imaterial e formar um banco de
informações que revelará o patrimônio cultural
e a evolução da ocupação em Minas, servindo
de instrumento à definição de políticas públicas
locais e regionais.
O Programa de Inventário conta com três ações
complementares que visam o conhecimento e o acesso a informações
sobre o patrimônio cultural mineiro:
- O incentivo aos municípios à elaboração
dos seus inventários. O IPAC/MG é um dos itens que pode
conferir pontuação aos municípios dentro de sua
Política Cultural Local (PCL) da Lei 13.803/2000 - ICMS Patrimônio
Cultural, cujas exigências aparecem no Quadro
II da Deliberação Normativa (ver comentários;
- A elaboração do IPAC temático no Estado abrangendo
vários municípios pelo IEPHA/MG;
- A disponibilização de um sistema de cadastro e consulta
de Bens Culturais que reúne a base de dados do IEPHA/MG (www.ipac.iepha.mg.gov.br)
e a base de dados dos municípios (em teste).
O conhecimento é o princípio da proteção.
Sua realização se dá em três etapas: plano,
inventário e divulgação.
- O Plano de Inventário define objetivos e critérios
de identificação específicos para cada município
que indicarão áreas e bens a serem inventariados priorizados
por meio de um cronograma. O Poder Executivo do município indica
no cronograma o que inventariar e quando. O cronograma serve como referência
para a análise e pontuação
do município nos anos subsequentes ao Plano.
- A metodologia do Inventário adotada pelo IEPHA/MG apresenta
três atividades vinculadas em um período definido: identificação
de bens culturais, cadastro e atualização dos dados levantados
e arquivamento de documentos de pesquisa.
- A etapa final é a divulgação, fundamental para
a validação de todo o trabalho. A difusão do conhecimento
se dá pela veiculação de informações
sobre o acervo cultural junto ao poder público e diversos setores
da sociedade civil por meio de diferentes mídias - textos, imagens,
vídeos, áudio - e produtos tais como cd-rom, vídeos,
publicações, exposições, educação
patrimonial, etc.
O Roteiro de Preenchimento
traz orientações sobre o preenchimento das fichas cadastrais
para as categorias de bens culturais. Os municípios poderão
adotar suas fichas em formatação própria, apresentando
no mínimo os campos de informação indicados para
cada categoria, podendo, no entanto, ser complementado com outros campos
a critério e necessidade locais.
Desde a década de 80, novos campos de informação
foram acrescentados às fichas de identificação e
outras categorias foram incluídas - cartografia, arquivos, patrimônio
arqueológico e sítios naturais. O cadastro de patrimônio
imaterial apresenta um roteiro específico de acordo com a manifestação
a ser cadastrada.
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